
CyberGAECO captura foragido da justiça condenado a 24 anos de reclusão por homicídio doloso
As diligências foram realizadas em Araranguá, onde o foragido foi localizado e preso.

As diligências foram realizadas em Araranguá, onde o foragido foi localizado e preso.

A investigação iniciou na cidade de Gaspar, onde foi recebida denúncia de que o investigado estaria se apresentando nas redes sociais como “terapeuta canábico” e ministrando o entorpecente ilícito para terceiros. Segundo o denunciante, o suspeito teria uma plantação de entorpecente em sua residência e teria ministrado o medicamento para pessoa idosa, que teria passado mal em razão da ingestão do produto.

Quatro dos investigados, que são advogados, foram denunciados também pela prática do crime de patrocínio infiel. A organização criminosa teria montado um esquema interestadual de estelionato contra idosos, desarticulada com a Operação Entre Lobos, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO) no dia 22 de julho, em apoio à Promotoria de Justiça da Comarca de Modelo

A operação, que contou com o apoio de agentes da 6ª Delegacia de Polícia, mirou um dos suspeitos envolvidos no crime de homicídio consumado e duas tentativas ocorridas no início do ano em um estabelecimento comercial.

Três mandados de busca e apreensão, expedidos pela Vara do Crime Organizado, foram cumpridos no município de Joinville.

Um dos criminosos foi preso na zona norte de Joinville, em razão de um mandado de prisão preventiva expedido pelo Poder Judiciário do Estado de São Paulo, por envolvimento em furtos a caixas eletrônicos naquele estado.

A ação, realizada com apoio da Polícia Militar do Paraná, contou com o uso de drone para localizar e monitorar o suspeito até o momento da prisão.

Foram retirados seis postes de 2,5 metros e instalados seis novos postes com 5 metros de altura, ampliando a área iluminada e garantindo maior eficiência.

Eventos reúnem especialistas de todo o país para debater desafios e fortalecer a atuação do Ministério Público na prevenção e no enfrentamento à violência de gênero.

Pena para os dois condenados foi de 30 e 23 anos de prisão. Outros dois réus foram absolvidos como requerido pelo Ministério Público, que requisitou, ainda, inquérito policial para investigar outros dois possíveis envolvidos no crime.