
Polícia Civil deflagra 2ª fase da Operação “Estampa Fria” e apreende R$ 330 mil em roupas falsificadas em Brusque
A ação resultou na apreensão de 7 mil peças de vestuário contrafeitas, avaliadas em R$ 330 mil, além de 2 mil etiquetas falsificadas.

A ação resultou na apreensão de 7 mil peças de vestuário contrafeitas, avaliadas em R$ 330 mil, além de 2 mil etiquetas falsificadas.

A ação, coordenada pelo Delegado Evandro Luís Oliveira de Abreu, cumpriu dois mandados de prisão e mandados de busca e apreensão contra os suspeitos.

As investigações tiveram início após o acionamento da Delegacia de Roubos para apurar um crime ocorrido no dia 1º de agosto deste ano.

Na ocasião, também foram cumpridas medidas cautelares e bloqueadas as contas bancárias de oito investigados, objetivando evitar a dilapidação patrimonial durante a investigação, pois estima-se que as aquisições realizadas pelo grupo criminoso ultrapassaram 10 milhões de reais em bens móveis e imóveis.

A ação teve início em Joinville quando os policiais militares perceberam o motorista em atitude suspeita. O homem desobedeceu às ordens de parada e saiu em fuga em direção à BR-101. Após quase 60 quilômetros de perseguição, a Polícia Militar conseguiu abordar o suspeito em Balneário Piçarras após ele ter perdido o controle do veículo.

O setor de Tecnologia da Informação da prefeitura analisou as imagens do sistema e confirmou o registro irregular do ponto às 07h15min, feito pela auxiliar. O Secretário de Saúde foi até o local e, ao confrontar os envolvidos, ambos confessaram a prática.

Durante os dias 10, 11 e 12 de novembro, as equipes participam de treinamentos práticos de corte de veículos e retirada de vítimas, realizados no quartel da 3ª Companhia da Polícia Militar. O objetivo é aprimorar a atuação integrada entre as forças de segurança, saúde e trânsito, fortalecendo a cultura cooperativa no ambiente de ocorrências.

O órgão busca impedir a continuação dos descartes de dejetos no rio, bem como responsabilizar os possíveis envolvidos nos danos ambientais, sociais e morais coletivos.

Assim como ocorre com todos os clubes esportivos, a Associação Chapecoense de Futebol é detentora de direitos autorais, intelectuais e de propriedade industrial relacionada à comercialização de sua marca. A violação dessa prerrogativa sem autorização do clube, além de um ilícito civil, caracteriza crime.

Forças-tarefas se reuniram nesta quinta-feira (6/11) em evento sediado pelo MPSC para aprimorar trabalhos técnicos contra as organizações criminosas e intensificar investigações articuladas entre os três estados do Sul.