O presidente do TRT-SC, desembargador Amarildo Carlos de Lima, informou que precisará adotar outras medidas capazes de equilibrar a distribuição de processos na Justiça do Trabalho de Santa Catarina, caso o Pleno do CNJ decida invalidar o sistema de equalização da carga de trabalho. A implantação do Projeto de Equalização, que deveria iniciar nesta segunda-feira (1/9), foi suspensa por liminar do CNJ a pedido da OAB de Santa Catarina.
O anúncio foi feito nesta segunda-feira (1/9), durante sessão administrativa do Tribunal Pleno do TRT-SC. A ideia seria transformar duas varas do trabalho em Núcleos de Justiça 4.0, unidades virtuais autorizadas a julgar processos de todo o estado, e remanejar outras duas para Itapema e Palhoça, que estão sobrecarregadas.