O conflito entre Israel e Irã entrou no quarto dia nesta segunda-feira (16/6), com pelo menos 244 pessoas mortas até agora: 224 no Irã e 20 em Israel, segundo dados oficiais dos dois governos.
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar que Israel e Irã cheguem a um acordo, mas que às vezes os países precisam “lutar até o fim”.
Em conversa com repórteres antes de partir para a cúpula do G7 no Canadá, Trump disse que os EUA continuarão apoiando Israel, mas se recusou a dizer se pediu ao país que suspendesse seus ataques ao Irã.
A mídia americana noticiou que Trump rejeitou um plano israelense para assassinar o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei.
Trump teria dito a Netanyahu que assassinar Khamenei “não é uma boa ideia”, segundo uma autoridade citada pela rede americana CBS. O presidente não comentou publicamente a notícia. Netanyahu não confirmou, nem negou.
O Irã inicialmente tentou apresentar uma resolução durante o fim de semana condenando os ataques israelenses. No entanto, segundo fontes diplomáticas, é improvável que a resolução receba apoio da maioria. Como resultado, o Irã mudou seu foco para apoiar uma declaração mais geral que ainda incluísse a condenação das ações israelenses.
A sessão de emergência ocorre em meio a negociações militares em andamento entre Irã e Israel, incluindo sobre ataques israelenses contra as instalações nucleares iranianas em Natanz e Fordow, afirma a repórter da BBC em Viena, Shabnam Shabani.