DIRETAS E INDIRETAS: Confira a coluna do impresso desta edição

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Revelações

O prefeito Adriano Silva destacou que virá mesmo a reeleição e pelo NOVO. Não pretende mudar de partido, e assegurou que manterá a atual vice-prefeita, Rejane Gambin, na futura chapa que disputará novamente o cargo.

Bom relacionamento

Adriano ressalta que tem um bom relacionamento com Rejane, e que não haveria motivos para mudar a dupla. Só que existe muita pressão dos partidos aliados a atual gestão, para que abra espaço na chapa majoritária.

Nomes

Vários nomes surgem nesta coligação apontando um vice, como do presidente da Câmara de Vereadores de Joinville, Diego Machado, do PSDB. No entanto, o prefeito assegurou que Rejane segue.

Aberto

O curioso é que Adriano ressaltou que o NOVO está sim aberto para coligações na majoritária, e que não existe nada que coloque dificuldades em futuros acordos. Então, o prefeito poderá contar com cinco partidos na sua nova caminhada.

Questionado

Perguntado sobre a mudar o Terminal Central de Transporte Coletivo de Joinville do Centro para outro local, o prefeito descartou totalmente. Alegou que ali é um centro nervoso que faz girar dinheiro no comércio central. E também assegurou que não pretende construir uma nova rodoviária e apenas reformar a atual.

Saúde

Questionado sobre seu maior problema na administração, Adriano não nega que é a saúde. Ele explica que existem muitos obstáculos para conseguir dar um padrão na saúde, e que muito se deve a falta de reajuste nas consultas da tabela do SUS.

Foto: Prefeito Adriano Silva – Rogemar Santos

Outros assuntos da semana:

ANTT

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) redirecionará cerca de R$ 1 bilhão para novas obras ou serviços nas rodovias federais, resultante de multas aplicadas às concessionárias de rodovias federais pelas irregularidades verificadas por meio da fiscalização e regulação da Agência. Essa ação está prevista nos Termos de Ajuste de Conduta (TAC), uma iniciativa da ANTT, determinados pela Deliberação nº 261.

Empresas

As empresas autuadas que apresentam interesse na pactuação do TAC devem apresentar uma lista de novas obras de melhoria a serem realizadas com o valor previsto no termo, as quais, caso aprovadas pela ANTT, deverão ser concluídas no prazo de até quatro anos. Por meio do TAC, a concessionária se compromete a reverter as multas em novas obras de melhoria na rodovia não previstas no contrato de concessão, mediante a devida análise e aprovação da ANTT.

Rodovias

Estão em tratativas a pactuação dos TACs com as concessionárias Planalto Sul (BR-116/PR/SC), EcoSul (BR-116/392/RS), Litoral Sul (BR-116/376/PR e BR-101/SC), Régis Bittencourt (BR-116/SP/PR) e Ecovias do Cerrado (BR-364/365/MG/GO).

Ações

Essas ações trazem benefícios para os usuários que transitam diariamente nas rodovias, com a melhoria dos serviços prestados pelas concessionárias nessas regiões, sem que tenham que pagar um pedágio mais caro. O cronograma de andamento das obras aprovadas poderá ser acompanhado pela sociedade por meio do site da ANTT, no qual será disponibilizado e atualizado periodicamente.

Barulho de motos

O Projeto de Lei 84/2023, que prevê multas para empresários que utilizem entregadores com motocicletas que gerem ruídos excessivos, foi debatido por vereadores e convidados na Comissão de Urbanismo. A proposta recebeu críticas de empregadores e o autor, vereador Nado (Pros), anunciou que apresentará emenda ao projeto para excluir a possível oneração aos empresários.

Explicação

Na apresentação do projeto, Nado mencionou que o objetivo do texto é incentivar uma cidade sustentável e com qualidade de vida para os munícipes, em especial para pessoas autistas. Para Nado, a solução da questão depende da atuação do poder público, especialmente da CVJ. O texto original do projeto prevê multas de até 10 Unidades Padrão do Município (UPM) (R$ 3.753,40, na conversão prevista para o mês de agosto) para empregadores que utilizem serviços de entregadores com motocicletas que gerem ruídos excessivos ao limite estabelecidos pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama).

Limite

De acordo com o regulamento, a mensuração do barulho das motocicletas é feita em decibéis e próximo do escapamento da moto. Para os veículos produzidos até dezembro de 1998, o limite é de 99 decibéis. Já para as motos fabricadas a partir de janeiro de 1999 o limite é de 80 decibéis.

E os veículos?

Só que não são somente as motos que provocam essas revoltas. Tem veículos com motores ruidosos e ainda utilizam som alto tirando a paz de todos. E os carros rebaixados? Atrasam o trânsito, colocam em risco outros veículos e nada é feito.

Texto: Rogemar Santos

Rogemar Santos

Jornalista há mais de 20 anos e Editor Chefe do Jornal da Cidade

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